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CARAMURU: POEMA ÉPICO Santa Rita Durão

Fundação Biblioteca Nacional. Departamento Nacional do Livro. CARAMURU: POEMA ÉPICO. Santa Rita Durão. CANTO I. I. De um varão em mil casos agitado,.

A Memória Épica Portuguesa de Jorge de Lima

(3) A este título, o livro sobre a influência de Camões na poesia brasilei- ra, em especial a sua 3.ª edição (Teles. 1979), é o mais monumental testemu- nho ( ...

a poesia épica - Dialnet

de 10.457 versos, esse poema épico baseou-se em um relato de naufrágio ... aristóteles, o livro i de sua Retórica, retomou a seguinte passagem da.

caio carneiro marques voltaire: ensaio sobre a poesia épica ...

No Capítulo 3, faço uma breve leitura do poema épico de Voltaire A Henríada, ... No século XVII e XVIII, os livros frequentemente omitiam o nome.

o épico na poesia elegíaca

Dentre os assuntos abordados no primeiro livro estão: O triunfo militar do amor (1.2); a solidão do amor com a promessa da imortalidade (1.3); ...

A Poesia Brasileira Contemporânea em Estilo Épico - SBPC

épico a fim de demonstrar a pertinência do estilo na atualidade bem como descrever como a poesia em estilo épico se apresenta atualmente nos poemas-livro em ...

Jorge Fernandes da Silveira* - Revistas UFRJ

Como ensaísta é autor de livros sobre Poesia 61, Cesário Verde, ... Mundo de acordo com o gênero longo do poema épico (12 Cantos) que copiara.

Manuel da Costa Fontes* Num livro recente, Victor Millet ...

CANÇÕES DE GESTA, ROMANCEIRO E PRESSUPOSTOS TEÓRICOS: UM LIVRO SOBRE ... relação genética entre o romance de Gaifeiros e o Waltharius, poema épico.

Poesia épica feminina em Portugal: Geise Kelly Teixeira da ...

Bernardes50 e em alguns livros de cavalaria51 que este século produziu. Relativamente à literatura portuguesa do século XVII, registem-se os poemas.


Ilíada: A ira de Aquiles

por Homero

A Ilíada é o poema épico por excelência, pois toda a ação decorre no campo de batalha. Narra o nono ano da guerra de Troia, a partir do episódio conhecido como "A ira de Aquiles" até o funeral de Heitor, maioral entre os guerreiros troianos. Esta edição é a tradução de Carlos Alberto Nunes, um dos mais prolíficos tradutores literários do século XX no Brasil. Supõe-se que a Ilíada é anterior à Odisseia. Toda a ação é condicionada pelo desentendimento entre Aquiles, maior guerreiro grego, e Agamémnone, comandante das tropas gregas, que toma deste um prêmio obtido em batalha. Homero é o modelo da poesia épica, citado extensamente desde o século VII a.C., e sua poesia, ou a poesia da tradição reencenada por ele, tornou-se um repertório comum para o homem grego.

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Frankenstein: Primeira versão de 1818: edição comentada bilíngue português - inglês

por Mary Shelley

Romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora inglesa e esposa do poeta e ensaísta Percy Bysshe Shelley, relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que busca recriar um ser vivo, uma criatura, através do uso da ciência em seu laboratório. Mary Shelley escreveu "FRANKENSTEIN: O MODERNO PROMETEU" quando tinha apenas 19 anos. A obra foi elaborada após o encontro do casal Shelley com Lorde Byron (1788-1824), em sua mansão às margens do lago Genebra, encontro este que produziu uma série de textos, poemas e romances de autoria de Byron, John Polidori (1795-1821), Percy e Mary Shelley, conforme relatado no "Prefácio" da edição de 1831. A obra foi publicada em 1818, sem o devido crédito para a autora em sua primeira edição, mas com um prefácio escrito por seu marido, Percy Bysshe Shelley e é esta primeira versão publicada, mais densa e completa, que a Editora Landmark lança nesta inédita edição. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero, tendo grande influência na literatura e na cultura popular ocidental. "FRANKENSTEIN: O MODERNO PROMETEU" aborda diversos temas ao longo de sua narrativa, sendo a mais gritante a relação entre a criatura e o seu criador, com óbvias implicações religiosas. Uma influência notável na obra é o poema épico "O Paraíso Perdido", de John Milton. A influência torna-se explícita tanto através da epígrafe que cita três versos do poema, quanto aparecendo diretamente no desenrolar da trama, sendo um dos livros que a criatura lê. Preconceito, ingratidão e injustiça também estão presentes. A criatura é sempre julgada por sua aparência, e agredida antes de ter a oportunidade de se defender. Por fim, a inevitabilidade do destino, tema muito desenvolvido na literatura clássica, é constantemente aludida ao longo da obra que se presta a múltiplas interpretações e leituras.

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A Divina Comédia

por Dante Alighieri

A Divina Comédia é um poema clássico da literatura italiana e mundial com características épica e teológica, escrito por Dante Alighieri no século XIV período renascentista e dividido em três partes: o Inferno, o Purgatório e o Paraíso. São cem cantos protagonizados pelo próprio Dante em companhia do poeta romano Virgílio , que percorreu uma jornada espiritual pelos três reinos além-túmulo.

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O Terceiro Deus

por Leonel Caldela

"Com a manha de saber narrar cenas de ação, e em vez de baixar a cabeça para Tolkien, Caldela parece beber de Shakespeare..." — Revista Rolling Stone O mundo de Arton está perdendo a guerra contra a Tormenta, a tempestade de sangue e demônios. A corrupção se espalha, o povo cultua os invasores. Em meio ao caos, sir Orion Drake caça seu maior inimigo, o vilão Crânio Negro. Mas o destino leva à tempestade — é preciso enfrentá-la, de uma vez por todas. Nesta batalha, Orion utilizará todas as armas a seu alcance, reunirá heróis e deuses. Descobrirá que nada pode vencer a Tormenta. Exceto o Terceiro. ...As referências de Caldela são impecáveis. Experimentado, ele sabe quais caminhos uma aventura épica deve seguir para obter a aprovação de seus leitores. Sabe também o que é preciso evitar para não se tornar uma simples caricatura de uma tradição que não tem nada de brasileira, mas que remonta ao poema épico anônimo da Idade Média, Beowulf, passando por J.R.R. Tolkien e muitos outros. É com essa bagagem que Caldela encontra boas soluções para amarrar as pontas de uma obra tão ambiciosa e que guardou toda sua conclusão para o último volume. - Revista Rolling Stone

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A divina comédia

por Dante Alighieri

Poema épico e obra-prima de Dante Alighieri, que começou a escrevê-la provavelmente por volta de 1307, concluindo-a pouco antes de sua morte, em 1321. A obra é um poema narrativo de cunho teológico rigorosamente simétrico e planejado, que mostra a longa viagem do personagem principal pelo Inferno, Purgatório e Paraíso. Cada etapa dessa jornada é descrita com detalhes quase visuais. Dante, o personagem principal, é guiado no Inferno e no Purgatório pelo poeta Virgílio, enquanto é Beatriz, sua musa inspiradora, quem o guia no Paraíso.

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A divina comédia em quadrinhos

por Dante Alighieri

A Divina Comédia em quadrinhos é a transposição para a linguagem da HQ do poema épico de temática religiosa de Dante Alighieri. Esse grande clássico renova-se nas aquarelas de Piero Bagnariol, que se esmerou na tradução em imagens da obra reconhecida como a mais rica fonte da cosmovisão medieval, retratada por mestres como Botticelli, Doré e Dalí. Enquanto se dedicou à pesquisa iconográfica, Piero contou com a parceria de seu pai, Giuseppe Bagnariol, para elaborar roteiros de passagem entre trechos do texto original. Trechos que, por sua vez, foram escolhidos pela dupla com o suporte da especialista na obra dantesca Maria Teresa Arrigoni, que também orientou a escolha das traduções - Jorge Wanderley para o Inferno e Haroldo de Campos para o Paraíso. A tradução do Purgatório é de Henriqueta Lisboa, autora cuja obra está nas mãos da Editora Peirópolis. Um grande encontro de talentos e esforços para oferecer aos leitores a melhor tradução d'A Divina Comédia, em todos os sentidos. Piero e Giuseppe Bagnariol criaram também um blog para dar vazão a toda a pesquisa realizada para a obra, chamado Divina Comédia HQ.

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O Navio Negreiro e Outros Poemas

por Castro Alves

Como principal representante da poesia condoreira no Brasil, Castro Alves se utiliza de uma linguagem eloquente e grandiosa para denunciar os horrores da escravidão e lutar pela liberdade dos escravos. Nesta coletânea, destaca-se "O navio negreiro", poema épico-dramático que narra o tráfico de negros trazidos da África para trabalhar como escravos no país. As atrocidades do sistema escravista ganham vida nestes poemas e transmitem toda a sensação de dor e privação das vítimas desse sistema.

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Os Lusíadas

por Luís Vaz de Camões

Obra épica, Camões, inspira-se nas epopeias clássicas (Ilíada, Odisseia, Eneida) para narrar a viagem de Vasco da Gama às Índias, ressaltando a coragem aventureira dos portugueses assim como diversos episódios da história de Portugal. O personagem principal é o próprio povo lusitano, cujos feitos corajosos são exaltados. Dividido em 10 cantos, este poema épico possui 1102 estrofes, num total de 8816 versos.

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O Paraíso Perdido - Ilustrado

por John Milton

"O Paraíso Perdido" é um poema épico sobre a guerra dos anjos e a queda de Lúcifer.







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A Voz da Esperança

por Castro Alves

A Edições Câmara traz mais um volume da Série Prazer de Ler: a antologia poética A Voz da Esperança, de Castro Alves, com seleção, organização e apresentação do poeta, contista, ensaísta, professor e imortal da Academia Brasileira de Letras Antônio Carlos Secchin.A obra apresenta os principais poemas do autor divididos em seis núcleos temáticos: o amor, a liberdade, a morte, a natureza, a saudade e a própria poesia. Em seus poemas de caráter épico-social, dos quais o mais famoso é “O navio negreiro”, constata-se a marca vigorosa da oratória e a denúncia das mazelas da escravidão.
Antônio Frederico de Castro Alves, intitulado o “poeta dos escravos”, é poeta e dramaturgo. Entre suas obras mais conhecidas estão: Espumas Flutuantes (1870), A cachoeira de Paulo Afonso (1876), Os escravos (1883) e Hinos do Equador (1921).

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Antologia Poética

por Fernando Pessoa

Fernando Pessoa (1888-1935) nasceu em Lisboa. Nome-chave da lírica moderna, inventou vários heterônimos – personagens com vidas, personalidades e estilos de escrita próprios. Os principais são Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, e sob estes nomes Pessoa escreveu grande parte de sua obra poética. Em vida, publicou no formato de livro somente "Mensagem", poema épico sobre Portugal. Esta "Antologia poética" reúne alguns dos mais belos versos do poeta, em suas diversas fases e de seus heterônimos.

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Mensagem

por Fernando Pessoa

"O grande poema épico do século XX interpretado por um grande artista, numa edição que conta com um estudo de um reputado especialista PESSOANO. Mensagem é a única obra completa de Fernando Pessoa publicada em vida. A sua publicação dá-se no dia 1 de Dezembro de 1934, aquando das comemorações da Restauração. Os 44 poemas que a constituem estão agrupados em três partes, correspondentes às etapas da evolução do Império Português - nascimento, realização e morte. Em ?No Brasão?, estão os construtores do Império; em ?Mar Português?, surge o sonho marítimo e a obra das descobertas; em ?o Encoberto? aparece a imagem do Império moribundo. Concorrente ao ""Prémio Antero de Quental"", foi preterida a favor de uma obra de um padre, que ilustrava a fé do povo conveniente ao regime, tendo de contentar-se com o segundo lugar no concurso. Hoje é reconhecida como uma obra fundamental da poesia portuguesa."

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Kalevala

por Elias Lönnrot

O texto épico da nacionalidade finlandesa surgiu pela primeira vez em 1835, fruto da recolha de cantigas da tradição oral feita por Elias Lönnrot na região da Carélia. O desejo do médico e folclorista era construir e dar a conhecer uma epopeia nacional tão grandiosa quanto eram a Odisseia, o ciclo germânico dos Nibelungos ou Os Lusíadas - no seu esforço, pretendia servir a ideia de uma nação finlandesa, gerida alternadamente por governos suecos e russos. A versão de 1849, considerada definitiva, ainda hoje por todo o mundo serve de base ao estudo da literatura e da cultura finlandesas. Nos 50 Cantos que constituem o poema épico, desenrolam-se histórias de heróis valorosos, cantores exímios, poetas que emocionam até as pedras e guerreiros cujo fervor pelo combate os faz perigar nas guerras do amor.

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Odisseia

por Homero

Este poema épico, aqui traduzido por um dos tradutores literários mais prolíficos do século XIX, narra as peripécias vividas por Odisseu em seu retorno de Troia para sua Ítaca natal, onde anseia por rever seu filho Telêmaco e a esposa Penélope. Depois de errar por dez anos, impedido por Posido de retornar para casa, o herói do poema tem que vencer a prepotência dos pretendentes, que permanecem no palácio e dilapidam os bens da família.

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Ilíada

por Homero

"Ilíada narra os acontecimentos decorridos da Guerra de Troia, conflito empreendido para a conquista de Ílio ou Troia, cuja gênese radica na ira de Aquiles. Examinando os textos da Grécia Antiga, a crítica em geral tende a considerar a Ilíada o modelo de poesia épica guerreira, um gênero narrativo tradicional que já no século V a.C. conhece um compositor canônico, Homero."

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O Ramayana: O Clássico poema épico indiano recontado em prosa por William Buck

por William Buck

Um clássico da literatura indiana, O Ramayana – poema épico escrito em sânscrito há mais de 2.000 anos – já inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo. William Buck, nos traz nesta versão – considerada a melhor do Ocidente – a essência do patrimônio cultural do povo indiano, com os seus mitos, sua religião e sua cultura milenares. Nesta obra, o autor reconta a história do príncipe Rama – escrita por um poeta conhecido como Valmiki – com toda a sua nobreza de espírito, intrigas da corte, a renúncia heroica, batalhas ferozes e o triunfo do bem sobre o mal com tamanha minúcia que faz com que esse grande épico indiano seja acessível ao leitor contemporâneo sem comprometer o espírito e o lirismo do texto original.

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Os Lusíadas [Ortografia Moderna e Edição Original de 1572] [Resumos, Estudos, Biografia e Análises]

por Luiz de Camões

 Os Lusíadas [Ortografia Moderna e Edição Original de 1572] [Resumos, Estudos, Biografia e Análises]

*** Lançamento Março/2015 - A mais rica e completa versão de Os Lusíadas.


Com centro na narrativa da viagem de Vasco da Gama até as Índias, Camões conta nesta epopéia a história do povo português, utilizando-se da estrutura clássica do poema épico. "Os Lusíadas" é, acima de tudo, uma declaração de amor de Camões à sua adorada terra lusitana.


Destaques desta edição:
* Edição com versão atualizada da ortografia em conjunto com a edição original de 1572 digitalizada. A cada 3 estrofes (conforme cada página da edição de 1572) há um link que leva o leitor para a edição moderna ou a de 1572 digitalizada, uma verdadeira viagem no tempo! Aprecie a obra e analise as mudanças ortográficas na língua portuguesa.
* Incluso um extenso estudo da obra, passando pela biografia de Camões, seus feitos e influências. Estudos estruturais da obra em detalhes, excelente para estudantes e curiosos.
* Incluso um resumo de cada canto, que pode ser acessado facilmente durante a leitura corrente, pois os links são dispostos de forma inteligente, que permite uma perfeita navegabilidade entre todas as partes. Excelente para consultas, estudos e pesquisas!
* Incluso um relato detalhado dos três episódios principais: Inês de Castro, o Velho de Restelo e o Gigante Adamastor.


Abaixo a listagem do índice desdobrado, com todos os recursos desta edição:


NOTA SOBRE A REVISÃO ORTOGRÁFICA
     BIOGRAFIA, OBRA E INFLUÊNCIAS DE LUIZ VAZ DE CAMÕES
             RESUMO BIOGRÁFICO
             VIDA
                     ORIGENS E JUVENTUDE
                     ORIENTE
                     REGRESSO A PORTUGAL
             APARÊNCIA, CARÁTER, AMORES E ICONOGRAFIA
             OBRA
                     CONTEXTO
                     VISÃO GERAL
                     OS LUSÍADAS
                     RIMAS
                     COMÉDIAS
                     NÚCLEOS TEMÁTICOS DA OBRA CAMONIANA
                     O AMOR E A MULHER
                     O DESENGANO
                     A RELIGIÃO
                     CAMÕES E A LINGUAGEM
             DIFUSÃO E INFLUÊNCIA
                     INFLUÊNCIA
                     CRÍTICAS
                     SÍMBOLO NACIONAL PORTUGUÊS
     ESTRUTRA E ANÁLISE DA OBRA
             ESTRUTURA EXTERNA
             ESTRUTURA INTERNA
             PLANOS TEMÁTICOS
             A FUNÇÃO DA MITOLOGIA
             FIGURAS DE LINGUAGEM
     RESUMO E EPISÓDIOS PRINCIPAIS
             CANTO I
             CANTO II
             CANTO III
             CANTO III - EPISÓDIO DE INÊS DE CASTRO
             CANTO IV
             CANTO IV - EPISÓDIO DO VELHO DE RESTELO
             CANTO V
             CANTO V - EPISÓDIO DO GIGANTE ADAMASTOR
             CANTO VI
             CANTO VII
             CANTO VIII
             CANTO IX
             CANTO X
     OS LUSÍADAS - ORTOGRAFIA MODERNA
             ALVARÁ RÉGIO NA EDIÇÃO DE 1572
             PARECER DO CENSOR DO SANTO OFÍCIO NA EDIÇÃO DE 1572
             CANTO PRIMEIRO
             CANTO II
             CANTO III
             CANTO IV
             CANTO V
             CANTO VI
             CANTO VII
             CANTO VIII
             CANTO IX
             CANTO X
     OS LUSÍADAS - ORIGINAL DIGITALIZADA 1572
             ALVARÁ RÉGIO
             PARECER DO CENSOR
             CANTO PRIMEIRO
             CANTO II
             CANTO III
             CANTO IV
             CANTO V
             CANTO VI
             CANTO VII
             CANTO VIII
             CANTO IX
             CANTO X
 
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Os Lusíadas

por Luís de Camões

A coleção Encontro com os Clássicos apresenta adaptações dos grandes clássicos da literatura universal para os leitores jovens. O objetivo é favorecer um primeiro contato com essas obras por meio de linguagem acessível às novas gerações, preservando o enredo e as principais características de cada obra, motivando o gosto pela boa leitura e pelo aprofundamento no conhecimento dos clássicos e de seus autores. Publicado em 1572, Os Lusíadas é considerado o maior poema épico da língua portuguesa. Nele, Camões canta as conquistas de Portugal, as glórias dos navegadores, os reis do passado... A ação central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, descrevendo-se outros episódios da história de Portugal, que no tempo de Camões, era uma potência mundial graças à exploração, por via marítima, de novas rotas comerciais. Ao longo da narração da história, são também contadas intervenções dos deuses da mitologia greco-romana na ação dos heróis, numa sucessão de episódios bélicos, mitológicos, históricos, simbólicos e líricos.

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O Guesa

por Joaquim de Sousandrade (Sousândrade)

A edição atualizada de O Guesa, poema épico em doze cantos e um epílogo, de Sousândrade, foi realizada pela pesquisadora Luiza Lobo, com revisão técnica de Jomar Moraes, e o apoio da Academia Maranhense de Letras. Apresenta, pela primeira vez, o texto estabelecido em português atual e de acordo com a reforma ortográfica de 2009. As quatro edições anteriores do poema completo eram fac-similares. Sem dúvida o poema se tornará muito mais acessível, conforme aponta o acadêmico Antonio Carlos Secchin na quarta capa, quando afirma que "é dos livros mais citados e menos lidos do Romantismo brasileiro". Após cinco anos de trabalho, Luiza Lobo apresenta um amplo leque de notas e referências, introdução e glossário contendo neologismos e palavras raras, inclusive estrangeiras. Estas não se limitam ao inglês, ao francês e ao espanhol, mas se estendem ao tupi, quíchua, holandês e ao grego. Também foi restabelecida a separação entre as estrofes, que tinha sido abolida na edição de Londres do Guesa, que serviu de base a este trabalho de amplo fôlego. O Guesa já foi tido por pré-modernista por Augusto e Haroldo de Campos, que o compararam ao imagismo de Pound. Afirma Benjamin Abdala Júnior que a literatura é feita de impactos, descontinuidades, subconjuntos, que variam com os tempos. Se algo sobrevive em Sousândrade, desde o romantismo, é sua capacidade de impactar o leitor. Não só pelo estilo "metafísico-existencial", nas palavras dos Campos, como, também, segundo acentua a pesquisadora, na sua antevisão de uma América unida através do ideal então revolucionário de uma república democrática. E, principalmente, pela concepção de um indianismo que ultrapassasse as fronteiras do nacional, apontando um universalismo cultural sem fronteiras, hoje considerado fundamental para um mundo sustentável.

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O Herói Épico

por Gregory Nagy

As palavras “épica” e “herói” resistem a generalizações, especialmente as universalizantes. Mesmo como conceitos gerais, “épico” e “herói” não estão necessariamente relacionados. Reconhecendo dificuldades desta natureza, a presente exposição explora os exemplos mais representativos dos constructos da poética antiga conhecidos comumente como “heróis épicos”, ao se concentrar sobre Aquiles e Odisseu na Ilíada e na Odisseia de Homero. Pontos de comparação com estas figuras homéricas incluem: Gilgamesh e Enkidu nos registros cuneiformes sumérios, acadianos e hititas; Arjuna e os outros Pāṇḍava-s no épico indiano Mahābhārata; e Eneias na Eneida do poeta romano Virgílio.

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Bhagavad Gītā: Texto Clássico Indiano

por Krsna Dvaipayana Vyasa

Uma das obras-primas da poesia épica indiana, a composição mais popular da Índia e a obra hindu mais lida em todo o mundo! A Bhagavad Gītā é um verdadeiro tratado de yoga, tão valioso quanto os Yoga Sutras, de Patanjali. Entendida como o cântico que se tornou um dos pilares do Hinduísmo religioso, a Bhagavad Gītā é o episódio mais famoso do grande épico indiano, o Mahābhārata. Esta clássica narrativa, que retrata o diálogo entre Kṛṣṇa e o guerreiro Arjuna, apresenta respostas para as questões fundamentais da vida, traz à tona a universalidade e a atemporalidade de seus ensinamentos e continua a inspirar uma ampla variedade de interpretações, tanto no Oriente quanto no Ocidente. A presente tradução preserva toda a força e a beleza da linguagem original deste poema inspirador e traz um significativo diferencial em relação a muitas outras: ela respeitosamente extrapola os contextos religioso e devocional ao considerar a abordagem que percebe a Bhagavad Gītācomo um tratado doutrinário de yoga. Edição bilíngue (sânscrito/português)

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Vila Rica

por Tito Almeida

Vila Rica é um poema épico escrito pelo poeta brasileiro Cláudio Manuel da Costa em 1773 que exalta fatos ocorridos na inconfidência mineira e também osbandeirantes que fundaram diversas cidades em Minas Gerais. Narra, em versos, a história de fundação de Minas Gerais, que se dá com a viagem de Antônio Albuquerque Coelho de Carvalho às Minas Gerais, no início do século XVIII, resolvendo o conflito da Guerra dos Emboabas. O poema possui dez cantos e usa versosdecassílabos com rimas emparelhadas. É considerado o marco inicial do Arcadismo no Brasil

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Eurico, o presbítero

por Emelson Martins

Obra do Romantismo português e poema épico em prosa, 'Eurico, o Presbítero' narra a história de amor de Hermengarda e de Eurico. Na Espanha visigótica do século VIII, Eurico, que outrora reprimira rebeliões na Cantábria, entrega-se ao sacerdócio por não poder desposar Hermengarda. Por fim, quando vê a sua pátria ameaçada, Eurico converte-se no valoroso e enigmático Cavaleiro Negro, conquistando a admiração dos Visigodos. A edição conta com uma nota biográfica, uma panorâmica geral da obra do autor e uma análise de Eurico na produção literária de Alexandre Herculano. Inclui ainda apreciações críticas de Oliveira Martins e de Moniz Barreto.

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Sarça Ardente

por William Vicente Borges

O renomado escritor e poeta Prof. William Vicente Borges tem a honra de lhe presentear com mais um belo e-book um verdadeiro poema épico. “Sarça Ardente” te conduzirá pelo caminho da história de um dos personagens mais importantes da Bíblia sagrada e ao mesmo tempo fará com que você experimente uma viagem para dentro de si mesmo. Uma jornada de descobertas emocionais e espirituais. Uma leitura verdadeiramente abençoadora. Deus os abençoe!

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Cantos argonáuticos: argonautica

por Gaio Valério Flaco

Inserido na tradição da poesia épica latina, cujo teor ideológico patriótico remontava às manifestações arcaicas do género, Valério Flaco compôs, no último quartel do século I d.C., os Cantos Argonáuticos. Escrito inicialmente para celebrar os feitos navais de Vespasiano, que durante o principado de Cláudio participara da expedição que concluíra pela primeira vez o périplo do mar da Caledônia, o poema épico tem por temas a mítica viagem inaugural da nau Argo, o primeiro navio a singrar o mar até então desconhecido, e as aventuras e os percalços de Jasão e dos heróicos Argonautas na busca pelo Velocino de Ouro. Entretanto, em sua constante adaptação dos modelos literários à realidade latina, Flaco fez de seu epos argonáutico um canto de celebração da grandeza de Roma.

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Ave Diadorim: Imagética da Mulher em Grande Sertão: Veredas

por Lígia Regina Calado de Medeiros

Partindo de uma discussão que consiste em apontar, ainda que de forma breve, uma evolução teórico-referencial das fases da crítica do Grande Sertão: Veredas, este livro procura identificar, no conjunto das imagens veiculadas pelo romance, o que é (re)produzido no texto sobre a mulher Diadorim, a personagem tomada para apreciação neste estudo como elemento da poética de Rosa. Em Ave Diadorim – imagética da mulher em Grande Sertão: Veredas o interesse recai sobre a poesia que de Diadorim emana, por intermédio do que o narrador Riobaldo vê. Nesse aspecto, o livro aponta que se estabelece no romance rosiano, para as representações sobre a mulher, um laboratório de criação que busca dialogar com os gêneros mais tradicionais do saber literário, como o épico e o lírico. Assim, por associação, é do poema de narrativa épica que se aproxima Diadorim quando cotejada pela ótica da donzela-guerreira; assim como se aproxima do modo de produção lírica, a arte de Rosa, quando na concepção da personagem poetizada pela insistência semântica das aves, com adequação bastante significativa de representação via metáforas (símbolos?) no romance. É por deleite, mas também por motivação pela descoberta da possibilidade amorosa entre os parceiros de jagunçagem - embora esse conhecimento lhe chegue tardio - que o narrador se faz ainda mais poeta da idealização. Deita sobre a heroína um olhar lírico-amoroso que reverbera em tudo que busca descrever: pássaros e paisagens do Grande Sertão. Cabe à jovem, no romance, constituir mediação dessa subjetividade, pois com ela, e somente ela, Riobaldo aprendera a apreciar as "belimbelezas" dos Gerais. Quando vista assim, em perspectiva mais amorosa, Diadorim é andorinha pelo sertão. É canto, é poesia, é ave em arribação. Relacionada ao épico, a Diadorim donzela-guerreira reúne em torno dela as contradições de uma representação, a gravitar entre a insurgência e um modelo de repetição. No que essa figuração em Grande Sertão: Veredas aparece reforçando valores da tradição romântica, ou está em conflito de representação da feminilidade da heroína, merece apreciação. No final da narrativa, o(a) leitor(a) perceberá que não é a donzela que se nega, pelo travestimento da moça na obra, mas a guerreira mesma, que nela há, e que a cultura androcêntrica teima em não admitir.

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Moisés: O Herói De Deus!

por Daniel Ben Elyon

A Travessia do Mar Vermelho num poema épico narrado em versos condoreiro-pentecostais. A vida do grande legislador, profeta e libertador hebreu já se constitui por si mesma numa grande epopéia poética. A Travessia do Mar Vermelho é sem dúvida nenhuma o maior acontecimento já acontecido na historia do Povo de Israel. Deste acontecimento sem precedentes se lembrariam mais tarde salmistas, profetas, músicos, poetas e cronistas do Povo Eleito em todas as gerações, épocas e lugares. Também os artistas cristãos de todos os tempos viriam encontrar neste tão notável fato a inspiração para inúmeras obras-primas no decorrer da História! A saída de Israel do Egito é uma fonte inesgotável de inspiração para poetas, músicos, pintores e artistas de todas as categorias. Este livro faz parte de uma série de livros de poesias pentecostais que tem por objetivo duas coisas principais: primeiro — levar o maior número possível de pessoas a adorarem em espírito e em verdade ao Único e Verdadeiro Deus e — segundo — renovar a poesia nacional através de poesias inteligentes e racionais — bem diferente das abomináveis poesias modernistas, ridículas e medíocres. Renovando-se a Poesia nacional, espera-se que as pessoas voltem a ler poesias — visto que hoje as pessoas do povo não se interessam por textos em versos por causa da irracionalidade da poesia modernista, que veio transformar a poesia Ocidental em uma grande aberração grotesca e mentecapta. Das belíssimas histórias do Antigo Testamento, certamente que uma das mais inspiradoras e impactantes é a história de Israel saindo do Egito e atravessando o Mar Vermelho. Quem não se emociona sempre que lê a passagem do pequenino Moisés num cestinho de junco boiando no Rio Nilo? Você tem agora em suas mãos a grande história da saída dos hebreus do Egito narrada em versos condoreiro-pentecostais. Deleite-se com esta emocionante narrativa e boa leitura. Daniel Ben Elyon

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O Viajante

por Leandro Campos Alves

“O viajante”, construído com 2.022 estrofes e 10.875 versos, hoje supera o “Os Lusíadas” de Camões, com 1102 estrofes e 8816 versos, pois “Os Lusíadas” foi construído em 1556, obra que teve o título de maior poema por quase cinco séculos. Também superou o maior poema épico da atualidade, “História da Cidade Maravilhosa”, com mais de 9.700 versos, do poeta e historiador Sérgio Gramático Júnior, publicado em novembro de 2015. “O viajante” poderá ser considerado o maior poema brasileiro da atualidade, mesmo possuindo uma construção contextual diferente da obra de Camões.

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Versos Heróicos Flamengo

por Marcusvinicius

Uma espécie de Lusíadas do Flamengo, narrando as vitórias e as consagrações do maior clube do futebol brasileiro, em forma de poesia. Como também, um poema épico sobre a história e as paixões desse gigante do futebol brasileiro. Em versos emocionantes e simples, o cenário da história do Flamengo vai se revelando numa enorme profusão de sentimentos, transformando o Clube de Regatas do Flamengo num catalisador da paixão de inúmeros flamenguistas. Agradável para viver a história do clube por uma outra ótica, a da poesia.

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Portinari, poeta ocasional: um diálogo entre a pintura e a poesia

por Kátia Devino

 O título – Portinari, poeta ocasional – estrutura um verso decassílabo heroico, que projeta a arte portinariana num universo épico e celebra a saga do povo brasileiro, expresso tanto pela tinta do criador de“Retirantes”, quanto pelos seus parcos poemas. Se a epopeia reenvia, segundo a terminologia de Goethe e de Schiller, a um “passado absoluto”, a construção épica de Portinari inserese, originalmente, no presente histórico do artista e de seu receptor. Designando “ocasional” a poesia do fundador da pintura moderna brasileira, queremos oferecer a significação, não apenas de uma produção eventual, despretensiosa, singela, todavia não carente de importância. Enfocando a arte plurívoca de Portinari, estabelecendo um diálogo entre os poemas de sua verve e alguns de seus quadros, circulando um sistema de signos, onde a brasilidade moderna se torna o eixo entre as duas linguagens.

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Formação Épica da Literatura Brasileira

por Anazildo Vasconcelos da Silva

Formação épica da Literatura Brasileira descreve o percurso da épica brasileira, destacando, além da qualidade poética das obras analisadas, a importante contribuição da epopeia, principalmente nos três primeiros séculos da Literatura Brasileira, resgatando uma produção literária até então depreciada pela crítica e excluída da historiografia literária nacional. Retira do esquecimento os grandes épicos brasileiros do passado e do presente que, concebendo o epos nativo na saga heroica da colonização, construíram a narrativa literária de fundação histórica da identidade cultural brasileira de povo e nação. Reintegra crítica e historiograficamente a produção épica no curso de formação da Literatura Brasileira, assinalando a existência de epopeias em todos os períodos literários, da Literatura de Informação do século XVI ao Pós-Modernismo do século XX. Recepcionada em 1987 como obra pioneira no resgate da épica brasileira, consolida-se agora, após 30 anos de incentivo à revitalização da epopeia no âmbito acadêmico da pesquisa universitária em todo o país, como obra de referência indispensável não só aos que se interessam pelas questões relacionadas à origem e à formação da Épica Brasileira, particularmente os estudantes e os professores dos cursos de graduação e pósgraduação em Letras, mas também aos pesquisadores e estudiosos em geral que atuam nas diferentes áreas disciplinares vinculadas ao vasto campo dos estudos literários.

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Arte poética

por Aristóteles

Aristóteles, um dos maiores filósofos da Grécia antiga, continua a influenciar o pensamento humano. "Arte poética" trata-se de um conjunto de anotações das aulas ministradas por ele sobre o tema da poesia e da arte. De modo geral, Aristóteles examina a poesia e a prosa distinguindo-as. O filósofo analisa a origem e evolução da tragédia destacando as diferenças entre a poesia trágica e a poesia épica.

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Introducción a La Teoría Poética Del Siglo de Oro Español

por Wagner Monteiro

El arte poética en romance castellano (1582), de Miguel Sánchez de Lima, inaugura una tradición en la España del Siglo de Oro: la de teorizar sobre los géneros literarios. Luego, en la década de 1590, surgirían los textos de Juan Diaz Rengifo, Arte poética española (1592) y de Alonso López Pinciano, Filosofía antigua poética (1596). Pero el debate apenas comenzaba. En el siglo XVII las polémicas se intensificaban no solo en torno al teatro español, cuyo protagonista es Lope de Vega, sino que la poesía épica también aguzaba los debates en las academias literarias de la época. Esta Introducción a la teoría poética del Siglo de Oro español pretende presentar al público los principales tratados poéticos del Siglo de Oro y los diálogos que mantienen con la teoría de Aristóteles, una de las principales referencias de los escritores del XVI y del XVII. Al mismo tiempo, se ofrece al lector el panorama de las reflexiones sobre las doctrinas poéticas presentes en los bastidores de los escritores del Siglo de Oro y cómo la literatura asimiló.

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Nem tudo cabe na paisagem: V Prêmio Pernambuco de Literatura

por Amâncio Siqueira

Nem tudo cabe na paisagem é uma coletânea de contos com um mesmo mote: viagem e descoberta. Sejam vitais ou não, longas ou curtas. O poeta que decide rodar o mundo para viver seu poema épico; o homem que viaja a um passado ainda não cicatrizado durante uma confissão; o marido que volta para casa após despedir-se de um amigo; o índio que quer vingança contra o homem branco que matou seu pai; o pai que caminha no corredor do hospital para encontrar o filho internado; o filho que tenta acertar as contas com o pai durante uma longa viagem. O texto direto lança uma luz diferente sobre situações cotidianas, expondo seu teor dramático nos recortes apresentados, muitas vezes flertando com o cômico, incidindo como um raio-X sobre a vida ao redor. Vencedor do V Prêmio Pernambuco de Literatura.

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Brasil 2000

por Gugu Keller

Poema épico em estilo quinhentista.

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Épicos

por Adeilson Nogueira

Épico é o nome de um gênero tradicional de poesia, conhecida como poesia épica onde a história se centra em personagens heroicos, e a ação tem lugar em grande escala, tal como na poesia épica. Os épicos neste sentido são representações majestosas capazes de capturar lutas espantosas, tais como histórias de guerra, aventuras, e outros esforços de grande envergadura ao longo de extensos períodos de tempo. De todos os gêneros literários, é inegável a importância dos épicos. Sem eles, dificilmente, ao longo da História, haveria unificação de línguas. Assim foi na Grécia, através da Ilíada e da Odisseia, ambas de Homero, por volta do século VIII a.C.. Roma deu sua contribuição com a magnífica Eneida, de Virgílio, no século I a.C.. Em época contemporânea, destacamos, no presente trabalho, a Divina Comédia, do nosso admirado florentino Dante Alighieri, escrita nos idos de 1304 a 1321. Para finalizar, no século XVI, Portugal nos oferece Os Lusíadas, do abnegado Camões. Obra que quase lhe custou a vida para que chegasse até nós. Os épicos são imortais, como imortais são os seus autores.

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O Épico Teatro de Bootstrap: Velha História

por Dani M.S.

"Este livro não é uma caixa de expectativas..." Olá, Leitor, eu sou Hugh Park Tfarcevol, eu falo pelo Dani M. S, ele não é o tipo de autor extrovertido que conversa abertamente com o público. E sim, eu sou um personagem do livro! (Vamos nos ver muito ainda) Em primeiro lugar, quem é o Dani M. S.? Por que esse nome manjado? Por que "Épico Teatro de Bootstrap"? E entre outras coisas eu vou dar uma leve pincelada aqui mesmo no prefácio mais esquisito de todos. Dani M. S., é um garoto na puberdade. Começou a escrever esse livro em 2008, e só agora publicou o Volume 1. Dá pra acreditar? Que lerdo! Ele nasceu em Goiânia, no Goiás do nosso Brasil Varonil. Sempre morou na periferia das cidades, e não sabe até hoje como usar uma crase. Ele sempre gostou de histórias, histórias de todos os tipos. Mas principalmente ficção, porque é incrível como algo que não existe pode estar bem ali na sua frente, e até mesmo despertar emoções em nós. Sua vida foi dedicada à leitura e à escrita. Muito se foi perdido, e sacrificado nesse caminho tortuoso até agora. O livro que mais o influenciou foi O Mundo de Sofia, indicado por uma garota que mais tarde se tornou seu amor. E inspirado no caminho do UCM, e em outros universos independentes, Dani começou a criar seus próprios personagens. Entre HQs e livros, decidiu mesclar todos em um único universo canônico: O Épico Teatro de Bootstrap. Nome esse, vindo de duas de suas várias paixões: As artes cênicas, que se destaca o Teatro Épico, de Bertolt Brecht, na qual os atores interagiam com os espectadores, assim como estou fazendo com você agora. E os paradoxos, que dela se origina o termo "Bootstrap". Paradoxo este em que não se sabe ao certo sua origem, sendo que tanto o presente quanto o passado podem ser o início de Tudo... E é aqui que começamos, ou terminamos... Este livro não é pra quem se importa apenas com o final. O final deste livro é simples: haverá um grande confronto, o herói vai vencer e deus vai morrer. Este livro é para aqueles que se importam com a jornada, de saber como um simples homem em Ouro Preto, em uma reação em cadeia, pode ter causado o fim do mundo, ou como um réptil pode ter criado um dos maiores mitos que influenciou a cultura pop. A história se passa cronologicamente em todas as eras e séculos. Iremos... Dani vai, eu só vou ficar olhando... Mas como dizia, iremos mostrar pra Você desde os primeiros humanos; as torres gêmeas; Jhon Titor; Cicada 3301; Joana D'arc e entre outras figuras históricas. Como um universo dentro da própria realidade, será como ler os panos de fundo dos maiores acontecimentos da história humana. O livro conta com muitas referências da cultura pop, então provavelmente o Dani M. S vai ter que passar a vida pagando indenizações. Mas não vou mentir, o livro é um compilado de inspirações diversas. Uma gama que vai de uma aula de biologia à uma música do 7 Minutos. Filmes, Séries, Livros, Animes, Músicas, Poemas, Personagens históricos, termos científicos, Universos criados; até mesmo uma simples nuvem no céu. Tudo o que Dani M. S viu e ouviu durante a criação desse livro serviu como simples e unicamente inspiração, não copia. Acho que já falei tudo o que tinha que falar... Apresentei o autor... Falei da premissa... Defendi caso alguém ataque o livro... Ah! Lembrei! "Enquanto você estiver aí, eu posso resistir daqui". É a letra de uma música do OTM, banda favorita da garota que ele ama. Agora sim! Divirta-se lendo, e lembre-se: Tudo não passa de uma incrível peça de teatro, sorria, os aplausos logo virão e as cortinas se fecharão!

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Poesias Épicas Da Bíblia Para Crianças E Adolescentes Volume I

por Daniel Ben Elyon

Este é um livro de Poesia Épica Clássica da Bíblia para crianças de todas as idades. Numa linguagem poética épica e grandiloquente, Daniel Ben Elyon descreve fatos conhecidíssimos das Escrituras Sagradas com a linguagem poética que ele aprendeu com os grandes mestres da Poesia do Século XIX: Victor Hugo, Byron, Vigny, Fagundes Varella e o mestre dos mestres da poesia brasileira: o genial Castro Alves! Aqui estão poesias imortais para crianças e adolescentes de todas as idades. Este é apenas o primeiro volume das Poesias Épicas da Bíblia Para Crianças e Adolescentes. Muitos outros volumes virão, com a graça de Deus.

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